“Todo mundo tem
direito a uma alimentação saudável, acessível, de qualidade, em quantidade
suficiente e de modo permanente. Isso é Segurança Alimentar e Nutricional. Ela
deve ser totalmente baseada em práticas alimentares promotoras da saúde, sem
nunca comprometer o acesso a outras necessidades essenciais. Esse é um direito
do brasileiro, um direito de se alimentar devidamente, respeitando
particularidades e características culturais de cada região.”
Fonte: Lei de
Segurança Alimentar e Nutricional – Conselho Nacional de Segurança Alimentar e
Nutricional
O nutricionista e a segurança alimentar
Como ainda é baixa a cobertura desta atenção nas ações de interiorização
em todo o Brasil, entendemos que a ausência do nutricionista em diversas
regiões onde a desnutrição e a má alimentação se manifestam de forma
preocupante está sendo contornada por um dos mecanismos criados pelo Governo
Federal de inserção do profissional na Estratégia Saúde da Família neste ano.
Isso deve ser celebrado como mais uma contribuição à segurança alimentar no
país.
Seu trabalho inclui também o incentivo à produção agrícola local, o que
leva à geração de renda e empregos na região.
Tempo de prateleira
Produtos
orgânicos são mais firmes e têm fibras e matéria seca – normalmente, têm uma
estrutura interna mais robusta.
Sua durabilidade na geladeira
costuma ser superior à dos convencionais. Crescem naturalmente e agregam
elementos que os protegem.
Produtos
convencionais crescem exageradamente rápido, estimulados por adubo químico. Por
isso, costumam ser mais frágeis. De maneira geral, as folhosas de produção
orgânica têm vida de geladeira bem mais longa que os convencionais.
Fonte: Jornal Folha de S.
Paulo
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