domingo, 2 de setembro de 2012

Segurança Alimentar


 
“Todo mundo tem direito a uma alimentação saudável, acessível, de qualidade, em quantidade suficiente e de modo permanente. Isso é Segurança Alimentar e Nutricional. Ela deve ser totalmente baseada em práticas alimentares promotoras da saúde, sem nunca comprometer o acesso a outras necessidades essenciais. Esse é um direito do brasileiro, um direito de se alimentar devidamente, respeitando particularidades e características culturais de cada região.”

Fonte: Lei de Segurança Alimentar e Nutricional – Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional

O nutricionista e a segurança alimentar

Como ainda é baixa a cobertura desta atenção nas ações de interiorização em todo o Brasil, entendemos que a ausência do nutricionista em diversas regiões onde a desnutrição e a má alimentação se manifestam de forma preocupante está sendo contornada por um dos mecanismos criados pelo Governo Federal de inserção do profissional na Estratégia Saúde da Família neste ano. Isso deve ser celebrado como mais uma contribuição à segurança alimentar no país.

Seu trabalho inclui também o incentivo à produção agrícola local, o que leva à geração de renda e empregos na região.


Tempo de prateleira

            Produtos orgânicos são mais firmes e têm fibras e matéria seca – normalmente, têm uma estrutura interna mais robusta.
Sua durabilidade na geladeira costuma ser superior à dos convencionais. Crescem naturalmente e agregam elementos que os protegem.
            Produtos convencionais crescem exageradamente rápido, estimulados por adubo químico. Por isso, costumam ser mais frágeis. De maneira geral, as folhosas de produção orgânica têm vida de geladeira bem mais longa que os convencionais.

Fonte: Jornal Folha de S. Paulo

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